Inteligência Artificial & Radiologia Ferramenta desenvolvida no Hospital de Clínicas de Porto Alegre analisa automaticamente exames de tórax e coloca os casos mais graves na frente da fila — sem tirar o médico da decisão final. Imagine que você chega a um pronto-socorro com dor no peito e falta de ar. O médico solicita um raio-X. O exame é realizado em poucos minutos — mas, em um grande hospital universitário, centenas de outros pacientes fizeram o mesmo pedido naquele dia. Seu exame entra em uma fila. Pode ser que ele só seja avaliado pelo radiologista horas depois, mesmo que a imagem mostre algo urgente. Esse é um problema real, e um hospital brasileiro encontrou uma solução inovadora para enfrentá-lo. O problema das filas invisíveis na radiologia O Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) , vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) , realiza em média 3.500 exames de raio-X de tórax por mês — o tipo de exame de image...
Era madrugada quando tudo mudou. No dia 26 de abril de 1986, enquanto a maioria das pessoas dormia na cidade de Pripyat, na então União Soviética — hoje Ucrânia —, o reator número 4 da usina nuclear de Chernobyl explodiu. Não foi um raio, não foi uma guerra. Foi um experimento que deu errado, uma sequência de decisões humanas equivocadas, e um projeto de reator com falhas que ninguém havia corrigido a tempo. Em questão de segundos, a história do mundo foi dividida em antes e depois. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por ImagemMedica.com (@imagemmedica_com) O reator de Chernobyl era de um modelo soviético chamado RBMK, que combinava grafite como moderador e água como refrigerante. O problema é que esse desenho era perigosamente instável em situações de baixa potência. Naquela noite, os operadores realizavam um teste de segurança, mas desligaram sistemas de proteção manualmente e deixaram o reator operando no pior estado possível. A reação e...