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[Vídeo] Por que Hiroshima é habitável e Chernobyl não?

 Se uma bomba nuclear destruiu Hiroshima em 1945, por que a cidade é totalmente habitável hoje, enquanto Chernobyl — onde nenhuma bomba caiu — continua sendo uma área abandonada quase 40 anos depois? Essa comparação parece fazer sentido à primeira vista, mas na verdade é um dos erros mais comuns (e mais enganadores) que circulam pela internet. Ela aparece com frequência em discussões sobre energia nuclear, muitas vezes para distorcer fatos ou negar a ciência por trás do tema. Neste vídeo, o canal Matematizei explica essa diferença com calma e clareza, usando apenas ciência, física nuclear e dados históricos — sem ideologia, sem conspirações. A ideia é trocar o “achismo” por entendimento de verdade e mostrar por que esses dois eventos, apesar de parecerem parecidos, foram completamente diferentes. Assista o vídeo completo também no YouTube
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[Vídeo] Por que o Reator de Fukushima Explodiu Mesmo Estando Desligado?

 Neste vídeo do canal Matematizei , o assunto é Fukushima — mas sem complicação. A ideia é explicar, de forma clara e acessível, o que realmente aconteceu em um dos maiores acidentes nucleares da história e por que nem mesmo um país altamente preparado conseguiu evitar o desastre. O vídeo mostra que desligar um reator não significa que tudo para imediatamente e como uma sequência de decisões difíceis, somadas a falhas no gerenciamento do risco, acabou levando ao chamado station blackout. Também fica claro por que Fukushima foi bem diferente de Chernobyl: em vez de um evento súbito, foi um colapso lento, marcado por atrasos, incertezas e processos físicos extremos. Ao longo do caminho, você vai entender o papel do zircônio, a formação de hidrogênio e por que as explosões vistas na TV não foram nucleares, mas químicas. Assista o vídeo completo no YouTube

DMBA: o atlas 3D mais detalhado já criado do cérebro de camundongos

Entender como o cérebro funciona depende, entre muitas coisas, de ter mapas detalhados que mostrem sua estrutura de forma clara e comparável entre diferentes estudos. No caso dos ratos, que são amplamente utilizados como modelos em pesquisas biomédicas e neurocientíficas, seria natural imaginar que já existisse um atlas tridimensional completo e preciso do cérebro — mas até recentemente isso não era verdade. Muitos dos atlas clássicos eram baseados em cortes bidimensionais, sofriam distorções ao remover o cérebro do crânio ou não tinham resolução suficiente para observar detalhes microscópicos relevantes. Foi exatamente essa lacuna que motivou a criação do Duke Mouse Brain Atlas (DMBA) , apresentado no artigo de Mansour e colaboradores Seu navegador não suporta a tag de vídeo HTML5. O DMBA representa um avanço significativo porque combina duas tecnologias poderosas: a ressonância magnética de alta resolução aplicada em cérebros fixados ainda dentro do crânio, evitando disto...